Um profissional diferente
Se você gostar da minha história, não seja um zumbi...faça alguma coisa....ou ao menos pra provar que não é um zumbi, repasse este link a quem esteja desmotivado com qualquer área para que essa pessoa saiba que existe vida além da carteira assinada e do contracheque do fim do mês.
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Era uma vez um cara perdido na dança louca e frenética da vida que pulsa sem parar e que não havia identificado seu lugar, sua missão nesse mundo. Havia trabalhado em várias empresas, sem nunca parar em um emprego por mais do que 4 anos ou menos. Com uns 38 anos, ele, que ja havia desistido na juventude da faculdade de biologia em pleno terceiro ano, passou a se concscientizar de que precisava estudar e formar-se em um curso superior. Dos 38 aos 45 foi se convencendo de que, mesmo sem dinheiro era possivel entrar para um curso superior e estudou muito até conseguir. Estava muito em dúvida sobre a profissão que escolheria até que um dia, no curso pré-vestibular que estudava, viu uma figura diferente. era um rapaz, vestido de terno e gravata a quem foi apresentado e que disse que estudava Biblioteconomia. Nosso personagem nem sabia o que era isto.
-Biblio...o quê?
-Ah...sim, você está estudando para trabalhar em bibliotecas não é? Aqueles caras gentis que mostram pra gente onde está o livro
- Não necessariamente, respondeu o rapaz, posso trabalhar em museus, centros culturais, bancos, empresas de vários setores e além....muito além. Então o rapaz o convidou para conhecer seu curso e seus colegas. Foi amor a primeira vista.
A batalha foi dura e o caminho pedregoso, mas nosso amigo ja sabia que a vontade firme e a persistência para alcançar objetivos eram sua maior arma. Em fim, em 2012 a caminhada para se formar teve fim e ele hoje é um bibliotecário.
Contudo sua historia profissional começou quando teve, ainda na faculdade, a idéia de organizar acervos particulares em residências ou instituições. Pensou: não gosto de horários rígidos, patrão no pé, gente me cobrando resultados. Quero ser meu próprio patrão. Quero criar e gerar meu próprio trabalho, sem ficar com medo de perder meu emprego. Quero ser livre para sair e entrar no trabalho a hora que eu achar necessário. Chega de madrugar para chegar cedo a lugares que muitas vezes nem quero ir.
Em fim, esta história não tem final feliz, porque não tem final. As possibilidades são infinitas. Tudo o que se refere a bibliotecnomia. É um universo muito grande no qual você não deve se perder dentro de rotinas, mas deve se encontrar pensando sempre fora da caixa. A grande pergunta que todo o bom profissional de bibliotecnomia deve se fazer é: "Como posso melhorar isto?" Sempre ha jeito de melhorar qualquer tipo de processo dentro daquilo que você faz. As vezes as pessoas se prendem a ransos antigos e a procedimentos que não servem mais para os tempos de hoje. Ha sempre que se lembrar que a biblioteconomia lida com a informação e não apenas com livros e usuários de biblioteca. As novas tecnologias e as novas mídias vão sempre exigir do bibliotecário que seja antenado com seu tempo. E quer ser mais antenado do que alguém que entende que o tempo de empregos de carteira assinada para bibliotecários que só trabalham com livros está acabando? As novas gerações estão praticamente nascendo com um tablet ou smartphone nas mãos. Temos que perceber que sempre haverá espaço para quem inovar e oferecer ao mundo um trabalho eficiente e necessário. Então porque ter medo de ser autônomo? Porque ter medo de se atirar em projetos que façam a diferença e que deixem uma pegada de felicidade tanto de quem fez o trabalho como de quem contratou. Bom, a muitos nem preciso dizer que eu sou o Rudy Santos e esta é minha história, anda que bastante resumida.
Acredito nas pessoas, na recompensa que o mundo nos dá quando mostramos a que viemos e damos nosso melhor. Basicamente esta é uma história otimísta para profissionais que estão tão pessimístas e raclamando que a área é ruim porque não tem emprego. Não tem emprego em nenhuma área, o mercado está saturado de gente medíocre(sem ofensa, medíocre no sentido de mediana, de agir como a media das pessoas agem) São, como diria o querido professor Hermogenes(da yoga) normóticos, São zumbis sem cérebro que precisam se alimentar daquilo que sai do cérebro dos outros e não tem suas próprias idéas para complementar a beleza do mundo em que vivemos. Como eu diria em uma certa propaganda de uma certa igreja pentecostal multimilionária:


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